Nome :
Idade:
E etc:
Aqui também!...
Templates da Lua
Fake Dreams
Etc...
Portfolio
ZURA!
Templates da Lua
Eliana Printes
Conteúdo aqui
Estou amando ou não? Pergunta que vinha sempre a minha cabeça. Estou amando sim! Nunca tinha prestado atenção nessa música, Bethânia cantou no sábado. Me identifiquei com cada verso. Não me sai da cabeça.


Aí Lestatt , Jr e Rocco, essa é da série Arrasou Jesus. Não sei se é certo ou não, mas sei que pulei da cadeira de felicidade quando lí essa matéria.
Fúria: gays invadem ônibus e agridem rapazes que os insultavam.
A Rua Vieira de Carvalho, junto ao Largo do Arouche, centro de São Paulo, foi palco de uma grande ¿revolta gay¿ no final da tarde do sábado, dia 26 de fevereiro. Local tradicional de encontro da cena paulistana, volta e meia, segundo freqüentadores da região, alguns passageiros de ônibus municipais (cujo itinerário inclui a Vieira) agridem verbalmente ¿ através da janela do veículo ¿ grupos de homossexuais presentes no local. Justamente o que ocorreu no sábado, mas cujo desfecho fugiu (e muito) ao habitual.
Revoltados com os insultos de três rapazes, que estavam dentro de um ônibus, alguns homossexuais passaram por cima da lei, invadindo o veículo e os agredindo fisicamente, num ato que poderia ter terminado em tragédia. Quem conta melhor essa história é uma das pessoas que participou desse ¿ataque¿ coletivo:
¿Eu e alguns amigos nos encontramos no bar Boa Noite Rainha antes de irmos ao Bailão como é de costume. Um ônibus de transporte coletivo que tem em seu itinerário a rua Vieira de Carvalho vinha em uma velocidade reduzida graças ao trânsito intenso de carros procurando local para estacionar. Na parte de trás do ônibus, estavam três rapazes xingando e ofendendo a todos que estavam na rua. Eles gritavam: ¿Suas bichas, vocês vão todos morrer de aids, virem homens seus viados¿, entre outros insultos.
Para piorar a situação, um desses rapazes jogou coca-cola em algumas pessoas que estavam sentadas em mesas na calçada, tomando suas cervejas e ignorando de certa forma os insultos deles. Um grande amigo meu ficou completamente molhado e a sua ira foi tamanha que ele arrebentou o vidro da janela com alguns socos, abriu a porta do ônibus que, para o azar dos rapazes, parou no semáforo. Algumas pessoas que também ficaram molhadas de coca entraram com meu amigo junto no ônibus e começaram a bater nos rapazes.
Ao ver que meu amigo estava com a mão sagrando, fiquei furioso imaginando que o tivessem machucado com um canivete ou algum objeto cortante. A fúria que me veio foi tão grande que, ignorando o risco, invadi o ônibus e me lancei contra os dois que ainda continuavam a xingar, mesmo depois da surra que levaram. Agarrei o marginal que jogou coca e, aos socos, o joguei para fora do ônibus dando a oportunidade para os que estavam do lado de fora do ônibus pudessem mostrar a ele que ser gay não significa ser frágil ou delicado e que mesmo um homem gostando de dormir com outro homem, não perde a masculinidade e a força. A multidão gritava de alegria, pois nós temos a certeza de que ao menos esses vão pensar duas vezes antes de debochar de outro gay.¿
André Ricardo
Fonte: G Online
postado por Longas Cartas pra Ninguém às 12:12 PM